Dados de monitoramento por satélite indicam queda de cerca de 30% nos alertas de desmatamento no Amazonas em comparação com o mesmo período do ano anterior.
Apesar da redução, o sul do estado segue como principal área de pressão, com destaque para Lábrea, Apuí e Humaitá, na região conhecida como "arco do desmatamento".
"A queda é importante, mas precisamos consolidar a fiscalização e alternativas econômicas para quem vive da floresta", avaliou um pesquisador do Inpa.





